ABRAPCH organiza o Encontro "O Futuro das PCHs" - confira o site do evento



Para os organizadores do Primeiro Encontro Nacional sobre o Futuro das Pequenas Centrais Hidroelétricas esse evento marcará um ponto inflexão na curva descendente da participação desta fonte no mercado.

Afinal, no meio de tantas novidades desencorajadoras como a enorme conta de 2,7 bilhões mensais para pagar com termoelétricas, nosso setor tem boas novas para dar à sociedade e à indústria brasileiras, que pagam a mais cara tarifa de energia no mundo.

Afinal, nosso setor tem mais de 9.000 MW de projetos de hidroelétricas de baixo impacto ambiental já entregues e com aceite da ANEEL.

Fato importante é que quase a totalidade destes locais encontra-se fora da Amazônia legal e a grande maioria, muito próxima dos grandes centros de consumo.

Desta enorme quantidade, que equivale a 65% de uma nova Itaipu, nada menos que 2.120 MW hidroelétricos estão prontos para construir, com projetos aprovados e licenciamento ambiental bastante adiantado. Mas faltam contratos, devido a duas causas de responsabilidade exclusiva do governo.

O primeiro motivo é a concorrência desleal e predatória do PLD dos anos anteriores, a “energia a preço de uma coca e um cheese-salada”, que precificou o MWh da sobra do sistema a preços de até R$8,00/MWh, inviabilizando as PCHs de concorrerem no mercado livre.

O segundo motivo é a falta de isonomia das PCHs com as demais fontes, que ainda as impede de concorrer de igual para igual com as demais, nos leilões para o ambiente regulado.


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